Abril 2013 - Português na Rede

Você já pode adquirir a versão eletrônica do nosso novo livro: Vírgula sem Mistério



A vírgula, nos nossos escritos, tem muita importância.

Ela pode melhorar ou piorar uma redação.

Ela pode tornar uma frase incompreensível.

Ela pode deixar todo um texto sem sentido e, assim, tornar inútil nosso trabalho.

É por isso que resolvemos escrever "Vírgula sem Mistério - Um Manual Prático".

Este livro tem como objetivo desfazer todos os equívocos relacionados ao emprego da vírgula.

Com uma linguagem simples e objetiva, procuramos explicar os casos de uso ou não da vírgula do modo mais claro possível, para facilitar o entendimento do assunto por todos aqueles que lerem este manual. 

Desenvolvemos uma metodologia que facilita o entendimento do conteúdo ensinado, de modo a fazer com que o leitor de todos os níveis tenha facilidade para assimilar teoria.

Por tudo isso, afirmamos com toda a convicção que esta obra é uma das mais completas sobre o uso da vírgula e indispensável aos que querem empregar sem receio esse sinal de pontuação.

O livro eletrônico está sendo vendido em site com total segurança e pode ser pago mediante boleto ou cartão de crédito, com envio imediato.

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Como passar no exame da OAB


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Muitos de nossos leitores são acadêmicos de direito.

E, por isso, resolvemos divulgar este ótimo infoproduto.

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Tudo isso para ajudar você a se preparar e passar na OAB. 

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Desafio: plural de nomes compostos formados por palavras repetidas

Os plurais estão corretos em:


a) os piscas-piscas, os reco-recos, os tico-ticos.


b) os pisca-piscas, os reco-recos, os tico-ticos.


c) os piscas-piscas, os recos-recos, os ticos-ticos.


d) Estão corretas as opções “a” e “b”.


e) Nenhuma das opções está correta.


Quando o nome composto é formado por palavras repetidas, e essas palavras não são verbos, apenas o último elemento varia: 


os reco-recos 


os tico-ticos


Se, porém, as palavras repetidas forem verbos, ou os dois variam, ou apenas o último: 


os corre-corres/ os corres-corres 


os ruge-ruges/ os ruges-ruges


os pisca-piscas/ os piscas-piscas


A resposta certa, portanto, é letra “d”.

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NORMATIZAR E NORMATIZAÇÃO ou NORMALIZAR E NORMALIZAÇÃO?


Tanto “normatizar” e “normatização” como “normalizar” e “normalização” estão corretos e podem ser empregados quando nos referimos a normas e ao ato de padronizar.

Mas “normalizar” e “normalização”, além de mais antigos e tradicionais na norma culta, são adotados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

E, por isso, devem ter a nossa preferência.

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Regência - verbo "implicar": Mais dinheiro na educação implica em menos presídios ou implica menos presídios?


No sentido de trazer como resultado, acarretar, o verbo implicar é transitivo direto, ou seja, rege complemento sem preposição.

Portanto,  Mais dinheiro na educação implica menos presídios.

Essa não é a única regência de implicar.

Há outras:

- No sentido de pressupor, é transitivo direto, sem preposição:

Jornalismo implica dedicação.

Escrever bem implica muita leitura.

- No sentido de antipatizar, ter implicância, mostrar-se impaciente, é transitivo indireto regendo a preposição com

Ele implicou com a irmã.

O turista implicou com o guia.

- No sentido de envolver, pede dois complementos, com em introduzindo o objeto indireto:

As investigações implicaram o homem no assalto.

A denúncia implicou o político no escândalo.


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Particípios: pego, chego e outros casos


Particípio é, assim como o gerúndio e o infinitivo, uma forma nominal do verbo.

É nominal porque tem valor de adjetivo: "A casa foi construída", "A aula está encerrada", "Ele é apressado".

A maioria dos particípios termina em "-ado" e "-ido": cantado, lutado, partido, vencido, permitido...

E todos os verbos têm um particípio.

Ou melhor, quase todos.

Porque há os que têm mais de um.

São os chamados verbos abundantes, que têm dois particípios: o regular, maior e terminado em "-ado" ou "-ido"; e o irregular, menor e de variada terminação.

Alguns desses:

aceitar - aceitado/aceito;
acender - acendido/aceso;
benzer - benzido/bento;
eleger - elegido/eleito;
entregar - entregado/entregue;
expressar - expressado/expresso;
expulsar - expulsado/expulso;
extinguir - extinguido/extinto;
imprimir - imprimido/impresso;
matar - matado/morto;
prender - prendido/preso;
salvar - salvado/salvo;
soltar - soltado/solto;
submergir - submergido/submerso;
suspender - suspendido/suspenso.

Como usá-los?

Por motivos sonoros, a gramática recomenda usar as formas regulares com "ter" e "haver" e as irregulares com "ser" e "estar": "O árbitro já o tinha expulsado", "Ele já foi expulso pelo árbitro".

Há, porém, três verbos especiais que hoje, preferencialmente, só são usados com os particípios irregulares.

São "ganhar", "gastar" e "pagar", todos, por coincidência, relacionados com a carteira ($).

Por isso, deve-se dizer/escrever "eu tinha ganho", "eu tinha gasto", "ele havia pago", e não "eu tinha ganhado", "eu tinha gastado", "ele havia pagado".

E o caso "pegar"?

Existe a forma "pego"?

Antigamente, não existia, era só "pegado".

Hoje, além de amplamente usada, ela está nos dicionários e no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

Ou seja, "pego" pegou.

Logo, quando o auxiliar for "ser" ou "estar", use sem medo  o particípio irregular: "Ele foi pego".

Por fim, os verbos "chegar", "empregar" e "trazer" não são abundantes, como muita gente pensa. 

Eles têm apenas o particípio regular: "chegado",  "empregado" e "trazido".

E "escrever" só tem o particípio irregular: "escrito".

Assim sendo, são equivocadas as frases: 

A professora havia chego fazia muito tempo.

O décimo terceiro foi empregue* na reforma da casa. 

Ela havia trago o bolo. 

Eu havia escrevido um poema para ela.

O correto:

A professora havia chegado fazia muito tempo.

O décimo terceiro foi empregado  na reforma da casa. 

Ela havia trazido o bolo. 

Eu havia escrito um poema para ela.


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Concordância: Ela tem muito má vontade ou muita má vontade?

O correto é "Ela tem muita má vontade".

Vamos entender o motivo.

Em geral, "muito" varia quando modifica substantivo: muitos presentes, muitos amigos, muitas alegrias.

E não varia quando modifica adjetivo, verbo ou advérbio: "Ela está muito cansada", "Todos se esforçaram muito", "Ela ficou muito pouco satisfeita com a nota".

Portanto, "muito" quando precede um adjetivo não varia, certo?

Nem sempre.

Há um caso em que "muito", apesar de preceder um adjetivo, varia: quando o adjetivo forma com o substantivo seguinte uma unidade, como se fosse uma palavra composta: "Que o Natal traga muitas boas novas": "Ela tem muita má vontade", "Ele chegou de Brasília com muitas boas notícias".

Observe que nessas frases as expressões "boas novas", "má vontade" e "boas notícias", mesmo estando separadas, formam unidades semânticas, isto é, têm valor de nome composto.



Logo, o "muito" que as precede não se refere apenas ao adjetivo, mas a todo o conjunto adjetivo-substantivo.

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EMINÊNCIA ou IMINÊNCIA?

EMINÊNCIA é a qualidade do é eminente, isto é, do que é "ilustre", "exemplar", "sublime", "que fica no alto": “Ele é uma das eminências da República”.


IMINÊNCIA é a qualidade do que está iminente, ou seja, do que está "prestes a acontecer": "A lei está na iminência de ser aprovada”.

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Concordância e ortografia: cabelos castanhos claros, castanhos-claros ou castanho-claros?

Os nomes de cor compostos se escrevem com hífen.

E nos adjetivos compostos somente o último elemento varia.

Por isso a resposta certa é cabelos castanho-claros.

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Tudo é flores ou Tudo são flores?

O verbo “ser” concorda preferencialmente com o predicativo plural quando o sujeito é um pronome neutro, como “tudo”, “isso” e “aquilo”.

Mas a concordância no singular também é aceita pela gramática.

Portanto, ambas as formas - “Tudo é flores” e “Tudo são flores” - estão corretas.

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