Agosto 2009 - Português na Rede

IN MEMORIAN ou IN MEMORIAM?

O certo é "in memoriam", com "m" no fim da segunda palavra.
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BIELO-RÚSSIA ou BIELORRÚSSIA?

A grafia pós-reforma é “Bielorrússia”, segundo o encarte com as correções e aditamentos do novo Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.

O encarte pode ser baixado neste site: www.academia.org.br.

ATENÇÃO! Como se escreve "Bielorrússia", sem hífen, o gentílico desse país é "bielorrusso", também sem hífen.
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O que há de errado com a frase "É preciso ENCARAR DE FRENTE o problema"?

“Encarar de frente” é redundância, pois encarar só pode ser de frente.

Pelo menos entre os humanos, porque neste vasto universo é possível haver criaturas que encarem de costas, de lado...

Enfim, para fugir dessa redundância, basta dizer que a pessoa encarou os problemas “firmemente” ou “com firmeza”.
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EMBAIXATRIZ x EMBAIXADORA

“Embaixatriz” é a mulher do embaixador.

A funcionária que exerce a função de representante diplomática é “embaixadora”.
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O BEBÊ JÚLIA ou A BEBÊ JÚLIA?

Segundo o dicionário Houaiss e o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, “bebê” é substantivo de dois gêneros.
Logo, pode ser “o bebê Júlia” ou “a bebê Júlia”.
A primeira forma, porém, é mais comum.
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VÍDEO-AULA ou VIDEOAULA?

Escreve-se “videoaula”, sem hífen, pois o acordo ortográfico estabelece que não se usa hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da que inicia o segundo elemento.
Outros exemplos: aeroespacial, agroindustrial, antiaéreo, antieducativo, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, coedição, extraescolar, plurianual, semiárido.
Observação: Se a vogal que encerra o primeiro elemento é igual à que inicia o segundo, usa-se o hífen: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, auto-observação, contra-atacar, contra-ataque, micro-ondas, micro-ônibus, micro-organismo, para-atleta, semi-internato, semi-interno.
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"VIVA OS NOIVOS!" ou "VIVAM OS NOIVOS!"?

O certo é “Vivam os noivos!”, com o verbo no plural concordando com o sujeito.

A concordância com o sujeito é de regra porque em frases como essa, em que se aclama algo ou alguém, o que está sendo usado é o verbo “viver”, e não a interjeição “viva”.

Veja outros exemplos:

“Vivam as pessoas sinceras!”

“Viva o Brasil!”

“Vivamos nós!”
A interjeição "viva" é usada em frases em que se expressa alegria por um fato sem que algo ou alguém esteja sendo aclamado:

“Viva! Acertei na loteria!”

“Viva! Passei no vestibular!”

“Viva! O meu time venceu!”
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